terça-feira, 24 de agosto de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Fife fancy AMARELOS
Tudo que tenho mostrado é tudo de 1º Postura.. e ainda falta algumas....
Aqui fica mais alguns amarelos acabados de nascer...
quinta-feira, 29 de abril de 2010
terça-feira, 27 de abril de 2010
....DOENÇA NOS OLHOS DOS CANÁRIOS....
Nos últimos anos, graças à imprensa, Internet, progresso científico e, em geral, a evolução do "pássaro" têm aumentado muito o testemunho de doenças relatadas pelos agricultores. Entre as manifestações clínicas da mais falados a patologia dos seios infraorbitari ocupar uma posição predominante.
Os seios são cavidades infraorbitari que se desenvolvem em torno do olho de cada lado, estão se comunicando no Anseriformes, Passeriformes e papagaios em insetívoros, granívoros não comunicar na Passeriformes.
Estas cavidades estão localizadas aproximadamente a meio caminho entre as narinas e orofaringe. A entrada de ar do nariz chega seios infraorbitari e continuar seu caminho em direção à orofaringe, laringe e traquéia e, em seguida, o restante do chamado trato respiratório inferior. Seios Infraorbitari são rebocadas internamente por uma mucosa vascularizada que tem a tarefa de aquecer e umidificar o ar que entra de fora.
Graças a este mecanismo sofisticado de condições naturais, o ar chega à traquéia, sacos aéreos e pulmões tem uma temperatura igual ao do mesmo e muito mais elevado do que o inicialmente inspirada, especialmente no inverno.
Em detalhe l 'anatomia da cavidade nasal aves é muito mais complexa, com formações de divertículos e cavernas na comunicação com os ossos do crânio, daí a afecções da mama pode prolongar em diferentes direções e ter diferentes quadros clínicos também. Inflamação da mama é chamado de sinusite e, à luz da premissa pode ser realizado em locais diferentes, em vez de oralmente ou imediatamente após as narinas, abaixo ou acima do olho, ou mesmo do mundo em uma circunferência ocular.
Geralmente a sinusite é caracterizada por um aumento no volume do tecido em volta dos olhos que também aparece desprovida de plumagem, mais ou menos nivelado, e com toda a probabilidade, mesmo dolorosa. O aumento do volume do tecido afetado é devida a cobrança de um fluido de necrose caseosa dentro da cavidade sinusal que vai de dentro para fora dando o clássico "inchado". O acúmulo patológico deste material na cavidade nasal pode destruir as estruturas internas, tais como divertículos e croissants, bacias e afetam em diferentes graus de recursos.
O agentes etiológicos causa de sinusite são muitas e variadas, podem ser bactérias (especialmente Gram -, Mycoplasma e Chlamydiophila ), Vírus [especialmente Poxvirus (Varíola) Herpesvirus e paramixovírus )], Parasitas e infecções fúngicas (ex.: Aspergilose ). Infecções bacterianas secundárias são quase uma constante no curso da infecção primária por vírus ou protozoários. Estas causas biológicas devem adicionar outros de natureza diferente, como desnutrição, devido à deficiência de vitamina A, Corpo estranho, inalação de fumaça de cigarro, ou desinfetantes.
Os sintomas muitas vezes associada a doenças de vários tipos de seios infraorbitari, além do inchaço são bem conhecidos: agitação cabeça, conjuntivite com secreção dos olhos, esfregando o rosto contra o poleiro, espirros, corrimento nasal e dispnéia. Às vezes, sinusite começa com uma conjuntivite, que é apresentado com inchaço das pálpebras, congestão das mucosas e olhos lacrimejantes e em seguida comparar os sintomas da sinusite.
O terapia não é únicoMas varia dependendo da causa, é evidente que é muito oportuna e precisa de terapia etiologia diagnóstico é completado com a integração de vitamina A.
Embora o prognóstico é muito variável, dependendo do grau de comprometimento, em geral, a gravidade da infecção eo estado imunológico do indivíduo.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Canários 2010
Alguns Canarios de 2010
Boas,, Aqui fica algumas das primeiras fotos que vão surgir, durante a criação, estes são os primeiros....
sábado, 3 de abril de 2010
Canário como Animal Doméstico
"Nenhum animal doméstico foi criado pela própria natureza. Foi o homem que, no seu percurso histórico, retirou da natureza certas espécies de animais para as usar para os seus fins, multiplicando-as e reproduzindo-as sob a sua tutela.
Em tempos remotos, em plena Idade da Pedra, há mais de 20.000 anos, o homem primitivo começou a evoluir, passando de uma existência errante de caçador para a de camponês sedentário. Instalou-se, aprendeu a cultivar o solo e a criar gado, Em várias partes do mundo, o homem partilhava a sua casa com vacas e ovelhas, cabras e cães e outros animais. O canário é um animal doméstico de origem bastante recente.
As raças domésticas sempre se desenvolveram em regiões delimitadas, seguindo objetivos de criação impostos pela vontade do criador e que, mais tarde, foram sujeitos a especificações determinadas, Contudo, fatores como o clima e a alimentação, influenciaram igualmente a evolução, em especial a das espécies herbívoras, conhecidas por animais de pasto.
OS canários, como a maior parte das aves, não são animais de produção, na acepção comum desta palavra.
O conhecido autor de literaturas animais, Edmund Alfred Brehm, escreveu em meados do século XIX: “Na realidade, para o homem, os animais produtivos são os quadrúpedes. Contundo, os bípedes referindo-se aos pássaros são, para ele, os animais que proporcionam prazer”.
A razão está do seu lado, pois os pássaros são seres fascinantes e estimulantes que desafiam a fantasia, o espírito e o sentido artístico do homem.
Em todas as culturas e em todos os continentes, as aves pertencem, ao grupo de seres preferidos do homem: As razões para esta afirmação são a sua capacidade de voar, a sua presença irrequieta e alegre, o esplendor: das formas e das cores, bem como, o canto melodioso. Não há outro som na natureza que tanto nos sensibilize como a melodia dos pássaros.
A primavera e as vozes dos pássaros são inseparáveis.
Não é de admirar, então, que tronco da Biologia (Ciências Naturais) a Ornitologia (Ciência que estuda as aves) seja o ramo que capta mais estudiosos. Já nos séculos XVIII e XIX o canário era considerado uma criatura sublime e cheia de vida que ainda recitava uma melodia variada e agradável ao ouvido. Conquistou firmes entusiastas por todo o mundo, entre os quais, como é óbvio, alguns também se tornaram criadores. Já no século XVII o canário-rouxinol, proveniente do Tirol, era muito conhecido. Os lucros obtidos com a venda desta ave devem ter condicionado esta expressão mais do que as capacidades melódicas ornitologicamente justificáveis.
Donde provém o canario silvestre?
Como todos os animais domésticos, também o canário provém de uma espécie ancestral que vivia em liberdade, e a partir da qual evoluíram todas as raças existentes. Trata-se de um pequeno tentilhão verde que vive nas Ilhas Canárias: o canário silvestre cujo nome científico é serinus c. canária, Linné.
As Ilhas do Atlântico com a sua “eterna Primavera”, que hoje em dia se tornaram num dos alvos turísticos preferidos dos europeus, foi desde cedo atribuída a expressão “Ilhas Afortunadas”, devido ao seu clima temperado.
O canário silvestre também habita nos Açores e na Madeira. A primeira descrição exaustiva desta ave foi fornecida por K. Bolle, após uma viagem no ano de 1858, uma data bastante tardia, uma vez que estes pássaros já eram domesticados pelo homem desde a segunda metade do século XV. O viajante moderno não consegue imaginar os trabalhos e a aventura de uma viagem de investigação naquela época, em que ainda não existiam aviões, nem barcos a vapor. As viagens nas caravelas eram longas, incertas e perigosas.
O canário silvestre é parecido com os canários verdes, atuais. Apenas a forma é mais delgada, dirse-ia mesmo mais elegante. Vive como o chamariz (serinus serinus), ao qual os holandeses chamam canário europeu, e com o qual também é aparentado. Durante algum tempo pensou-se que ambos os pássaros pertenciam a uma só espécie; dividida em subespécies que existiam em certas regiões. Mas depois de conhecer melhor a história da sua origem, concluiu-se não ser possível. De fato, trata-se de duas espécies exatamente distintas, pertencentes ao gênero dos chamarizes (serinus).
O canário silvestre escolhe paisagens abertas, pomares e encostas cobertas de vegetação como sítios prediletos para viver.
Em Fevereiro, e mais freqüentemente em Março, começa a fazer o ninho. Habita também nos jardins de pequenas vilas e cidades. Trata-se de um “pássaro de árvore”, como o tentilhão. A técnica de construção de ninho do canário é semelhante à do tentilhão, só que o seu ninho é colocado na ramagem, orientado para fora, da mesma maneira que o pintassilgo o faz. O macho e a fêmea distinguem-se pela cor da plumagem (dimorfismo sexual), contudo, esta diferença é irrelevante. O macho apresenta-se, no seu todo, mais cinzento, sobressaindo o verde só em algumas partes (faixa dos olhos, ombros, rabadilha, sendo mais esbatido no peito). Os machos mais velhos apresentam um amarelo mais vivo na plumagem do que os pássaros jovens. O processo de postura e choco é idêntico ao dos carduelinae, aparentados com os pintassilgos: s fêmea choca os ovos ambos os pais participam no desenvolvimento da cria. A sua preferência alimentar incide prioritariamente sobre sementes e todo o tipo de verduras.
No que diz respeito ao comportamento, o canário silvestre é parecido com o canário-da-montanha (serinus citrinellus). São aves muito temperamentais, que apenas conseguem desenvolver bem a sua vida familiar em aviários espaçosos.
A alimentação do canário que vive em liberdade consiste em todos os tipos de sementes, principalmente sementes de subasbustos de crucíferas e de flores compostas, bem como sementes de certos tipos de couve, alface, serralhas e ainda sementes de morugem-branca, tanchagem, poliganácea,e alguns tipos de dormideira. Os canários gostam principalmente de comer as sementes de alpiste que se tornou parte integrante de todos os tipos de alpiste de mistura sob o nome de alpiste.
Para além disso, estes pássaros silvestres ingerem sementes de determinados tipos de painço e sementes de cana-de-açúcar. Por isso, também foram designados pássaros do açúcar, nome com que foram comercializados durante muito tempo após a sua entrada na Espanha. Exceto por altura da ninhada, reúnem-se em bandos múltiplos que voam para longe, como os pintassilgos no fim do Verão e no Outono. A vida em bandos traz vantagens ao pássaro individual, uma vez que é mais fácil viverem em bando.
Os canários silvestres são pássaros para criadores amadores e profissionais. Não são fáceis de cuidar e de fazer procriar como os canários domésticos. A criação de carduelinae originais tornou-se, em1980, uma parte integrante da avicultura. Os tentilhões originais são criados anualmente por entusiastas europeus.
Dos conventos espanhóis para os palácios.
Embora os romanos conhecessem já o grupo de ilhas a este de África, no Atlântico, e lhe tivessem dado o nome de Canárias, devido ao grande número de cães que lá viviam (latim: canis), a conquista foi dos espanhóis: as tomadas tiveram lugar entre 1473 e 1496 e foram seguidas pela ocupação. Pouco tempo depois dos espanhóis se instalarem nas ilhas, os marinheiros entusiasmaram-se com os pequenos pássaros verdes, que se podiam manter em gaiolas.
Rapidamente se domesticavam e cantavam uma melodia fresca e agradável. Foram estas as razões que levaram os soldados e os marinheiros a transportar os pequenos cantores emplumados para a sua terra natal, para sentirem a sua alegria, mesmo depois das horas de serviço, ou então para os oferecer às suas amadas, constituindo uma prenda ou lembrança rara e preciosa. Os “pássaros de açúcar”, como eram conhecidos, entraram na moda. Em pouco tempo, oferecer um animal destes à sua amada tornou-se um sinal de boas maneiras. Nos círculos da nobreza, simbolizava o luxo e as viagens à volta do mundo. A fidalguia batia-se pelo seu estatuto, mandando fazer gaiolas de ouro, tão valiosas quanto possível. Nessa altura, encontrava-se canários em castelos e palácios, fato este que é transmitido pelas pinturas dos retratistas e artistas da época.
Os marinheiros depressa descobriram que podiam fazer um bom negócio com estes pequenos cantores e traziam cada vez mais exemplares. Na região de Cádiz, uma pequena cidade portuária, desenvolveu-se um centro de comercialização de canários. Os mais cobiçados eram os machos pelo seu canto tão bonito.
Como a procura crescia drasticamente e o trânsito de caravelas era irregular, tentou-se encontrar uma forma mais rápida e segura de obter estas aves. Nos conventos, os monges tentavam domesticar os canários. Foram bem sucedidos e, no decorrer dos anos, os pássaros, originalmente silvestres, tornaram-se grandes companheiros do homem. É aqui que começa a história do canário como animal doméstico. Foi por trás dos muros dos conventos da Idade Média que foi decidido o destino de uma espécie de ave que viria a fazer companhia ao homem, como nenhuma outra tinha feito anteriormente.
Na Europa do Renascimento, o acaso e a sorte determinavam o “destino deste animal doméstico”."
sábado, 27 de março de 2010
Origem Das Aves...
A origem das aves ainda é um tema polémico.
A maioria dos biólogos acredita que as aves evoluíram dos dinossauros predatórios de duas pernas, uma teoria que é sustentada por diversas descobertas de fósseis nos últimos 150 anos.
A descoberta do Archaeopteryx, em particular, convenceu muita gente de que os dinossauros são a origem das aves modernas. Encontrado na Alemanha em 1860, o Archaeopteryx é uma das descobertas de fósseis mais importantes e comentadas.
Os espécimes encontrados até agora parecem ser do período Jurássico, de cerca de 150 milhões de anos atrás, e forneceram a primeira prova de uma criatura que apresentava características comuns a dinossauros e aves.
Dentadura completa, uma cauda longa e ossuda e três garras em cada asa demonstram sua relação com os antigos lagartões.
Também têm penas e um esterno parecido com a fúrcula (o osso da sorte) dos pássaros modernos.
A compreensão sobre a evolução das aves está sempre mudando com aparecimento de mais fósseis.
Outros animais semelhantes às aves, do mesmo período, foram encontrados na China, e fósseis de aves de outras linhagens foram encontrados na Ásia, Europa, América do Norte e do Sul.
Nem todos os cientistas concordam com a teoria dos dinossauros.
Alguns biólogos acreditam que as aves evoluíram muito antes do Archaeopteryx na mesma época dos primeiros dinossauros, provavelmente ancestrais répteis de quatro patas.
De acordo com esta teoria, muitas espécies de aves surgiram e então se tornaram extintas junto com os dinossauros.
Entretanto, elas evoluíram, se transformando em um dos grupos de animais mais variados do planeta.
Actualmente há mais de 9.700 espécies de aves conhecidas, ocupando todo nicho ecológico e habitat possível."
domingo, 21 de março de 2010
Como Faz A Ave Sua Digestão???
DIGESTÃO NAS AVES
A anatomia do canal alimentar das aves é notavelmente diferente da dos mamíferos na área da boca, na presença de um papo no esôfago e na existência de um estômago muscular ou moela. A boca e a faringe não são bem delimitadas na ave e, na maioria das espécies, não há palato mole. O palato duro comunica-se com as cavidades nasais.
Os dentes estão ausentes e suas funções são realizadas pelo bico córneo e pela moela, havendo uma grande variedade de adaptações do bico e da língua. As glândulas salivares e papilas gustativas estão presentes, em localização e número variáveis.
As dimensões do trato digestivo variam consideravelmente entre as espécies, dependendo dos hábitos alimentares.
Nos galináceos adultos, o comprimento de todo trato pode ser de 210 cm ou mais. Em geral, o esófago das aves é comparativamente longo e de maior diâmetro, sendo mais largo nas espécies que deglutem pedaços maiores de alimento. Uma dilatação do esófago, o papo, está presente na maioria das espécies, embora ausente em algumas espécies.
A forma do papo pode variar de uma simples dilatação do esôfago até um ou mais sacos para fora do esófago. O estômago glandular ou pró-ventrículo das aves funciona primordialmente na secreção, embora também possa ter uma função de armazenamento nas aves que não têm papo e em algumas espécies que se alimentam de peixes.
O estômago muscular é altamente especializado para a trituração naquelas espécies que ingerem alimentos duros, ou para misturar as secreções digestivas com o alimento, nas espécies carnívoras. Na maioria das espécies, o estômago muscular compõe-se de dois pares musculares denominados músculos intermediários e músculos laterais ou, mais recentemente, conhecidos como músculos pares grosso e fino. Esses músculos não estão presentes na maioria das aves carnívoras.
O intestino delgado das aves tem um duodeno semelhante à dos mamíferos, mas além do duodeno não existem áreas delimitadas como o jejuno e o íleo dos mamíferos.
O vestígio do saco vitelínico (divertículo de Meckel) pode ser encontrado mais ou menos na metade do intestino delgado. O intestino delgado é muito mais longo nas aves herbívoras do que nas carnívoras. A mucosa do intestino delgado é semelhante a dos mamíferos, excepto que as vilosidades geralmente são mais altas, mais delgadas e mais numerosas nas aves.
Localizado na junção dos intestinos grosso e delgado estão os cecos que, nas aves, em geral são em número par, ao contrário dos mamíferos. Suas dimensões são influenciadas pelos hábitos alimentares e eles não estão presentes em todas as espécies. O intestino grosso das aves é relativamente curto e não é bem demarcado em reto e cólon, como nos mamíferos.
Outro órgão concernente à digestão é o fígado, que é bilobado e relativamente grande na maioria das aves; o ducto hepático esquerdo comunica-se directamente com o duodeno, enquanto o ducto direito envia um ramo para a vesícula biliar, ou pode dilatar-se localmente como uma vesícula biliar.
A vesícula biliar está presente na galinha, pato e ganso, mas algumas outras espécies, como o pombo, não têm vesícula biliar.
Ela dá origem aos ductos biliares que se esvaziam no duodeno, próximo a alça distal. O pâncreas fica na alça duodenal. Ele consiste, no mínimo, em três lobos e suas secreções atingem o duodeno através de três ductos.
Papo ou inglúvio: dilatação do esófago das aves, cuja função é a de armazenar o alimento durante algum tempo, antes de ser digerido.
Não tem função na digestão do alimento, pois não produz enzimas digestivas. O seu grau de desenvolvimento varia nas diferentes espécies de aves; é mais desenvolvido nas espécies que se alimentam de grãos e menos, ou inexistente, nas espécies que se alimentam de peixes (v. leite-do-papo).
Sistema Digestivo
É do tipo completo. As aves possuem bico e língua córneas; não há dentes. As aves granívoras (que se alimentam de grãos) apresentam moela e papo, que são pouco desenvolvidos ou mesmo ausentes nas aves carnívoras e frugívoras (aqueles que se alimentam de carnes e frutas). No papo o alimento é amolecido.
Daí o alimento vai para o proventrículo (estômago químico), passando a seguir para a moela (estômago mecânico), que é muito musculosa e substitui a falta de dentes nas aves. Após a trituração, o alimento dirige-se para o intestino delgado, onde ocorre a absorção dos produtos úteis, sendo o restante eliminado através da cloaca.
A cloaca é uma bolsa onde são lançadas as fezes, a urina e os gâmetas. Como glândulas anexas ao sistema digestivo, existe no fígado e o pâncreas. Obs : o "leite-de-pomba" é uma secreção Láctea produzida pelo papo da ave adulta para a nutrição dos recém-nascidos.
Como todos os pombos, ela alimenta seus filhotes com "leite de pombo", uma substância espessa parecida com coalhada, secretada no papo do pai e depois regurgitada.
Os filhotes são alimentados com "leite de pomba", feito de células que se formam dentro da mandíbula inferior da fêmea.
Leite de papo ou "leite de pombo" –
Existem aves que produzem uma secreção nutritiva por ocasião da reprodução com finalidade de alimentar os filhotes. Trata-se de uma descamação da mucosa do órgão e foi denominada leite de papo.
Tal produto é estimulado pela prolactina (hipofisária) e tal produto serve para ser regurgitado no bico dos filhotes enquanto não podem deixar os ninhos em busca de alimento. O leite de papo apresenta cerca de 12,5% de proteína ; 8,6% de lípidos; 1,4% de minerais e o restante está representado pela água.
sexta-feira, 19 de março de 2010
RESPIRAÇÃO NAS AVES
RESPIRAÇÃO NAS AVES COMO FUNCIONA???
O sistema respiratório das aves tem pulmões rígidos de volume fixo e sacos aéreos complacentes. Os pulmões atuamcomo um local de trocas gasosas do sistema respiratório.
Sacos aéreos grandes de paredes finas originam-se de alguns brônquios secundários.
Um grupo cranial (sacos aéreos cervicais, clavicular e torácicos craniais) conecta-se aos brônquios secundários médio-ventrais; um grupo caudal (sacos aéreos torácicos caudais e abdominais) conecta-se aos brônquios secundários látero-ventrais e médio-dorsais e aos brônquios primários intrapulmonares. Todos os sacos aéreos são pares, exceto o clavicular; nas galinhas, patos, pombos e perus, há um total de nove sacos aéreos.
Os divertículos surgem de muitos sacos aéreos e penetram em alguns ossos.
Embora a maioria dos ossos em algumas aves sejam pneumáticos (mesmo os ossos do crânio e falanges distais no pelicano), o osso pneumático mais importante nas espécies domésticas é o úmero.
O divertículo supra-umeral do saco aéreo clavicular estende-se dentro desse osso, e é possível para a ave ventilar seu pulmão através de um úmero quebrado. O volume de gás nos sacos aéreos é aproximadamente 10 vezes maior do que o dos pulmões, com o volume do sistema respiratório total atingindo 500 ml em galos grandes.
Praticamente não ocorrem trocas gasosas nas paredes dos sacos aéreos.
As modificações do volume corporal são causadas por contracção dos músculos inspiratório e expiatórios, ambos activos e igualmente importantes (mesmo na ventilação em repouso).
As aves, ao contrário dos mamíferos, não possuem diafragma e os músculos esqueléticos da parede corporal fornecem energia para a modificação do volume do corpo. O volume corporal aumenta durante a inspiração por causa do movimento ventro-cranial do esterno e lateral das costelas.
O complexo esterno-coracóide fixa-se a espádua e a ponta do esterno desloca-se em arco, enquanto a ave respira.
Durante a inspiração, o volume corporal (torácico e abdominal) aumenta, o que diminui a pressão nos sacos aéreos em relação à da atmosfera e o gás desloca-se através dos pulmões para dentro dos sacos aéreos. Ao contrário, durante a expiração, o volume corporal diminui, a pressão nos sacos aéreos aumenta em relação à da atmosfera e o gás é forçado para fora dos sacos aéreos e de volta, através dos pulmões, para o meio ambiente.
O sistema de controle ventilatório actua no ajuste da quantidade e padrão ventilatório para adquirir uma constância relativa dos gases no sangue arterial em condições de repouso. Essa função parece ser exercida por influência de muitos impulsos de entrada aferentes, vindos tanto dos receptores periféricos como centrais, no oscilador respiratório central que, por sua vez, controla os neurónios motores que inervam os músculos respiratórios.
Durante o stress pelo calor em aves, a frequência respiratória aumenta de maneira acentuada, à medida que o volume respiratório diminui e, finalmente, ocorre polipnéia. A ventilação total em tais condições pode aumentar seis a sete vezes.
É espantoso o fato de que, em algumas aves (avestruz, galinha mestiça, perdiz, cegonha, marreco-de-pequim, pombo), essa acentuada alteração na ventilação total resulta em alteração nos gases e no pH do sangue arterial. Em algumas aves (galinha), a ventilação aumenta de forma acentuada durante a polipnéia, resultando em severa hipocapnia ealcalose.
As razões para as diferenças entre as espécies são desconhecidas.
O agrupamento neuronal respiratório, responsável pela acção rítmica dos músculos respiratórios, está no tronco cerebral, provavelmente na região da ponte e parte rostral do bulbo.
Devido à necessidade de um movimento ventro-cranial do esterno para que a ave modifique seu volume corporal no processo de movimentar os gases através dos pulmões, deve-se ser extremamente cauteloso para não conter uma ave de maneira que o movimento esternal seja impedido, ou ela não poderá ventilar seus pulmões adequadamente.
O controle da respiração parece estar directamente envolvido no grau de calcificação da casca do ovo. Sob condições de hiperventilação, como frequentemente acontece no stress pelo calor, são formados ovos de casca fina.
Durante procedimentos cirúrgicos em que a cavidade toracoabdominal é aberta (castração de frangos), os sacos aéreos são rompidos e a capacidade da ave para ventilar seus pulmões pode ficar seriamente comprometida.
As aves têm um fator de segurança muito baixo para a maioria dos anestésicos e é fácil induzir parada respiratória.
Quando isto acontece, os pulmões podem ser artificialmente ventilados por delicada acção de bombeamento sobre o esterno, comprimindo e expandindo assim a cavidade toracoabdominal.
O gás, então, irá deslocar-se através dos pulmões e as trocas gasosas poderão ocorrer até que a concentração do agente anestésico diminua e a respiração espontânea.
terça-feira, 16 de março de 2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Inseminação nos Canários
Evolução e cresimento de um Canário
Mensagens populares
-
Nos últimos anos, graças à imprensa, Internet, progresso científico e, em geral, a evolução do "pássaro" têm aumentado muito o t...
-
"Um Caso a Ter em ATENÇÃO" A Diarreia nos canários A diarréia é um aumento no teor hídrico da porção fecal dos excrementos. A área...
-
DIGESTÃO NAS AVES A anatomia do canal alimentar das aves é notavelmente diferente da dos mamíferos na área da boca, na presença de um papo ...
-
Os pintassilgos são aves de pequeno porte, não têm mais do que 13 cm e o seu peso ronda os 20 g. Gostam de grãos silvestres, que no Outono e...
-
Para quem gosta de ter uma ave por casa, o corte das asas não machuca as aves, e ainda impede que o pássaro voe e fuja. mas deve-se ter caut...
-
ANATOMIA DAS AVES As aves que voam têm o corpo muito leve, inclusive porque seus ossos são ocos, em algumas partes internas os ossos possuem...
-
TABELA DE ANILHAS POR TIPO DE AVE Faça click para aumentar imagem...
-
RESPIRAÇÃO NAS AVES COMO FUNCIONA??? O sistema respiratório das aves tem pulmões rígidos de volume fixo e sacos aéreos complacentes. Os pu...
-
O Canário Fife Fancy, como qualquer outro pássaro ou ser vivo, ingere alimentos para fazer funcionar o seu organismo, isto é: Para manter a ...




