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terça-feira, 12 de julho de 2011
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Poucos mas bons.......
Aproveita.mos o dia para a exposição, e estar com alguns amigos de Peniche. E claro provar os sabores da terra.
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festival do porte,
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Stam BZ014
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
domingo, 3 de outubro de 2010
sábado, 2 de outubro de 2010
Como cortar as asas a seu passarinho??
Para quem gosta de ter uma ave por casa, o corte das asas não machuca as aves, e ainda impede que o pássaro voe e fuja. mas deve-se ter cautela e cuidado para não se cortar mais que o necessário..
Diz-se que o correto é cortar de 7 a 8 penas de voo primárias de uma das asas, lembrando que não é necessário o corte das duas asas, se a ave for muito forte, recomenda-se cortar as duas.
As penas primárias são as mais novas, que ficam por baixo.
São penas maiores que as outras e têm uma camada de queratina na base. Elas ficam na extremidade das asas e são muito sensíveis, podendo sangrar caso o corte seja feito muito rente.
Para acertar no corte, procure posicionar o passarinho de costas e abrir delicadamente suas asas. Comece da ponta da asa para baixo, cortando cada pena na metade, mais ou menos. Vale lembrar que as penas do passarinho só deve ser aparadas novamente na época de muda do ano seguinte.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Canários 2010
Alguns Canarios de 2010
Boas,, Aqui fica algumas das primeiras fotos que vão surgir, durante a criação, estes são os primeiros....
sexta-feira, 19 de março de 2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
Temperatura No Canaril...
"Os canários são sensíveis à temperatura, especialmente nas mudanças bruscas de temperaturas".
Se possível devemos controlar a temperatura no canaril, contudo os canários suportam relativamente bem o frio e mesmo nas regiões mais frias a temperatura interior num canaril sem aquecimento nunca é muito baixa, sendo razoavelmente bem tolerada pelos canários.
Se a nossa região for muito fria, podemos aumentar um pouco o fornecimento de sementes gordas, uma vez que os canários irão ter mais dispêndio de energia por causa do frio.
Temperaturas muito altas não são benéficas, especialmente se estivermos em período de criação.
Temperaturas altas normalmente encontram-se associadas a baixa humidade, o que provoca dificuldade de eclosão. ( Ver Humidade )
Temperaturas altas e níveis de humidade também altos, são menos frequentes e são de todo a evitar, pois são um autêntico chamariz de bactérias e fungos.
Com este tipo de ambiente a sua proliferação é muito rápida e senão tomar-mos várias precauções facilmente esses “bichinhos” incomodarão as nossas aves, provocando graves problemas de saúde que no caso de não serem rapidamente diagnosticados, podem levar à morte, em especial de crias.
Temperaturas entre 12 a 20 graus são as ideais para que os canários se sintam bem e procriem.
domingo, 7 de março de 2010
Humidade No Canaril...
Humidade
"Um dos principais factores dentro de um canaril é o seu nível de humidade, este nível de humidade varia de canaril para canaril, consoante a zona em que esta instalado e do seu próprio microclima.
O intervalo ideal que deve existir dentro do canaril em termos de humidade é de 50% a 70%, durante todo o ano se possível.
Pois se a humidade for excessiva é prejudicial, também o ar demasiado seco tem alguns efeitos negativos.
O que podera acontecer se houver Excesso de humidade:
- É no Inverno que verificamos o excesso de humidade que aliado ao tempo frio provoca vários problemas respiratórios.
- É nessa altura que aves mais senciveis acabam por morrer.
- O ambiente com mais humidade torna-se mais frio e se as Canárias estiverem em postura, podem acontecer distúrbios de postura e ovos atravessado.
- Excesso de humidade deteriora mais facilmente os alimentos, aparecendo bolores e fungos.
- Julgo ser um utensílio fundamental num canaril um desumidificador para que o nível de humidade se mantenha no intervalo ideal.
O que podera acontecer se a Humidade reduzida:
- O ambiente demasiado seco no canaril em época de criação, pode-se verificar uma dificuldade de eclosão dos ovos e morte embrionária, pelo que é conveniente em ambientes demasiado secos 1 a 2 dias antes dos nascimentos borrifar os ovos.
- Também na muda o ar demasiado seco, não é ideal pois nascimento das novas penas requerem também alguma humidade para se desenvolverem brilhantes e sedosas, o banho nesta altura é fundamental para ajudar a ave nesta fase importante e sensível da vida da ave.
- Quando tivermos uma humidade demasiado baixa se possível utilizar um humidificador, pois na altura de calor mais humidade refresca o ar."
sábado, 6 de março de 2010
Alguns problemas que surgem na Criação....
Alguns Problemas com as posturas das Canárias e com seus ovos....
Ovos de Casca Mole....
Algumas fêmeas de aves podem colocar ovos com a casca mole.
Se isto ocorrer apenas com um ou alguns ovos, o problema será devido à carência de minerais, principalmente de cálcio.
Dê suplemento mineral indicado pelo veterinário.
Se todos os ovos colocados pela fêmea forem de casca mole, é sinal de distúrbio hormonal.
Neste caso, o tratamento nem sempre é eficiente, pela dificuldade de detecção da hormona causadora.
Ovo Atravessado..
Qualquer criador deve estar preparado para, mais cedo ou mais tarde, enfrentar este problema nas suas aves.
A fêmea, quando está prestes a pôr ou algumas vezes no meio da postura, amanhece toda arrepiada quieta no chão ou no ninho, os olhos semicerrados.
Apalpando suavemente a região do abdómen, perto da cloaca, pode-se perceber o ovo como que atravessado.
Infecções do oviduto, deficiências de minerais que impedem a perfeita calcificação do ovo, ovos anormais, problemas hormonais e com a hormona que estimula as contrações musculares do oviduto, obesidade, fêmea muito jovem, fraqueza, são as causas principais do ovo atravessado.
Pegue a canária e passe azeite de oliva ou óleo morno, na região da cloaca; massageie o local, segure a fêmea na mão, mantendo-a de costas, com o abdómen virado para cima.
Com o dedo indicador e polegar, localize o ovo e faça pressão suavemente e massageie de forma a induzir a parte rombuda do ovo para a cloaca.
É preciso ter cuidado e paciência para que o ovo não parta, não tente partir o ovo pois pode perfurar o oviduto.
Segure a ave na mão em cima de uma vasilha com água quente, sendo que a fêmea deverá receber apenas o vapor d'água.
Ovos "Claros"..
O que fazer com os ovos claros?
É normalmente por volta do sexto dia que o criador observa se os ovos estão fecundados.
Quando não estão, são chamados de "claros". Deve-se então retirá-los?
Sim, se todos estiverem claros.
A fêmea fará então uma outra postura: postura de substituição.
Assim, retirando-se esses ovos evita-se que a fêmea se desgaste por uma incubação inútil e também se ganha-se tempo.
É interessante que o criador conserve cuidadosamente um ou dois ovos claros.
Podem servir para um outro ninho.
Deve-se juntar um ovo claro a uma ninhada pouco abundante de pequenos pássaros.
O ovo claro evita que os filhotes novos sejam esmagados acidentalmente.
Num ninho, vazio, o ovo claro pode estimular a postura ou, como se verá, constatando-se se um casal não come os ovos.
Se numa postura ocorreu apenas um ovo claro, estando os outros fecundados, deve-se então deixá-lo.
Ovo rachado e ovo furado.
Se um ovo acidentalmente rachado, é possível conservá-lo usando-se cola ou gesso com um pincel.
Geralmente, porém, este ovo gera pela contaminação com micróbios.
Quando um ovo está furado, isto geralmente acontece devido às unhas muito pontiagudas dos pais.
Esse ovo não se desenvolverá.
É muito raro que o ovo seja furado por uma bicada; o furo seria muito maior e, frequentemente, quando isso ocorre, o ovo é comido pelos pais.
É necessário observar para que as unhas não fiquem afiadas e, se necessário, deve-se cortar suas pontas com tesoura.
A experiência tem mostrado que a fêmea move os ovos regularmente, isso pode ser verificado pela marcação suave com um lápis.
Deslocando-se os ovos ela permite uma incubação regular: os ovos situados na periferia recebem menos calor que aqueles do centro do ninho o que poderia acarretar uma demora no seu desenvolvimento.
A fêmea muda então os ovos do centro para a periferia e vice-versa.
Alguns casais de aves parecem poder avaliar o grau de desenvolvimento do embrião, seja pelo equilíbrio do ovo, seja pelos primeiros gritos dos filhotes prestes a nascerem.
Os recém-nascidos jogados para fora do ninho...
A eclosão geralmente ocorre pela manhã e é quando o criador encontra 1 ou 2 filhotes fora do ninho, já frios.
Se eles ainda se movem, pode-se aquecê-los com um bafejo antes de retorná-los ao ninho.
Porém deve-se ter mais atenção e revê-los sempre, pois correm o risco de serem novamente jogados para fora.
Aí surge uma dúvida; foi acidente ou foi ato voluntário?
A confirmação do acto voluntário é dada por pequenas feridas produzidas pelo bico do pai que expulsou os filhotes, geralmente causadas numa pata ou asa do filhote.
Quando isso acontece, pode-se colocar os filhotes no ninho de um outro casal, onde geralmente são bem acolhidos quando nesse novo ninho existem filhotes de idade semelhante.
Se os filhotes são recolocados com a mãe, é conveniente retirar-se o macho.
Geralmente o macho é o culpado.
Para ele, os filhotes no meio dos ovos não eclodidos são tomados como intrusos ou corpos estranhos que precisam ser retirados. Durante a incubação e na semana subsequente os pais vigiam atentamente a limpeza do ninho.
É raro que todos os filhotes sejam expulsos; eles não o são quando fica ainda um ou dois ovos no ninho, após sua eclosão.
O número ótimo de filhotes...
Quando existem muitos filhotes num ninho raramente eles se desenvolvem convenientemente.
Frequentemente um fica mais atrasado, seja o último a nascer, seja uma mutante.
Toda a ninhada pode ter seu desenvolvimento retardado porque os pais não conseguem satisfazer a todos os filhotes.
Ao contrário, se a ninhada é de apenas um filhote, ela arrisca ser abandonada pelos pais quando desejam recomeçar uma nova ninhada.
Existe um número ótimo de filhotes.
Ele depende das aves.
Para os canários e pequenos exóticos é de três filhotes, raramente quatro.
Dessa forma tem-se maiores possibilidades de obter-se pássaros grandes.
A procura dos filhotes pelo alimento é muito importante para estimular os pais, mas não deve ser excessiva e, por conseguinte, para que todos os filhotes sejam bem nutridos.
É interessante que o criador equilibre as ninhadas, às vezes removendo um ou dois filhotes.
Se eles não estiverem anilhados, pode-se marcá-los com um hidrocor.
Quando começarem a emplumar fica fácil de identificá-los e, assim, colocar a anilha.
Salvo quando houver necessidade, não se deve provocar a saída dos filhotes do ninho.
É preciso que saíam por si sós.
Se forçarmos a saída deles, ficarão mais selvagens, mais tímidos.
Ficando mais tempo no ninho, sentem-se mais seguros.
É possível que anomalias de comportamento sejam provenientes de uma "má saída" do ninho. "
Ovos de Casca Mole....
Algumas fêmeas de aves podem colocar ovos com a casca mole.
Se isto ocorrer apenas com um ou alguns ovos, o problema será devido à carência de minerais, principalmente de cálcio.
Dê suplemento mineral indicado pelo veterinário.
Se todos os ovos colocados pela fêmea forem de casca mole, é sinal de distúrbio hormonal.
Neste caso, o tratamento nem sempre é eficiente, pela dificuldade de detecção da hormona causadora.
Ovo Atravessado..
Qualquer criador deve estar preparado para, mais cedo ou mais tarde, enfrentar este problema nas suas aves.
A fêmea, quando está prestes a pôr ou algumas vezes no meio da postura, amanhece toda arrepiada quieta no chão ou no ninho, os olhos semicerrados.
Apalpando suavemente a região do abdómen, perto da cloaca, pode-se perceber o ovo como que atravessado.
Infecções do oviduto, deficiências de minerais que impedem a perfeita calcificação do ovo, ovos anormais, problemas hormonais e com a hormona que estimula as contrações musculares do oviduto, obesidade, fêmea muito jovem, fraqueza, são as causas principais do ovo atravessado.
Pegue a canária e passe azeite de oliva ou óleo morno, na região da cloaca; massageie o local, segure a fêmea na mão, mantendo-a de costas, com o abdómen virado para cima.
Com o dedo indicador e polegar, localize o ovo e faça pressão suavemente e massageie de forma a induzir a parte rombuda do ovo para a cloaca.
É preciso ter cuidado e paciência para que o ovo não parta, não tente partir o ovo pois pode perfurar o oviduto.
Segure a ave na mão em cima de uma vasilha com água quente, sendo que a fêmea deverá receber apenas o vapor d'água.
Ovos "Claros"..
O que fazer com os ovos claros?
É normalmente por volta do sexto dia que o criador observa se os ovos estão fecundados.
Quando não estão, são chamados de "claros". Deve-se então retirá-los?
Sim, se todos estiverem claros.
A fêmea fará então uma outra postura: postura de substituição.
Assim, retirando-se esses ovos evita-se que a fêmea se desgaste por uma incubação inútil e também se ganha-se tempo.
É interessante que o criador conserve cuidadosamente um ou dois ovos claros.
Podem servir para um outro ninho.
Deve-se juntar um ovo claro a uma ninhada pouco abundante de pequenos pássaros.
O ovo claro evita que os filhotes novos sejam esmagados acidentalmente.
Num ninho, vazio, o ovo claro pode estimular a postura ou, como se verá, constatando-se se um casal não come os ovos.
Se numa postura ocorreu apenas um ovo claro, estando os outros fecundados, deve-se então deixá-lo.
Ovo rachado e ovo furado.
Se um ovo acidentalmente rachado, é possível conservá-lo usando-se cola ou gesso com um pincel.
Geralmente, porém, este ovo gera pela contaminação com micróbios.
Quando um ovo está furado, isto geralmente acontece devido às unhas muito pontiagudas dos pais.
Esse ovo não se desenvolverá.
É muito raro que o ovo seja furado por uma bicada; o furo seria muito maior e, frequentemente, quando isso ocorre, o ovo é comido pelos pais.
É necessário observar para que as unhas não fiquem afiadas e, se necessário, deve-se cortar suas pontas com tesoura.
A experiência tem mostrado que a fêmea move os ovos regularmente, isso pode ser verificado pela marcação suave com um lápis.
Deslocando-se os ovos ela permite uma incubação regular: os ovos situados na periferia recebem menos calor que aqueles do centro do ninho o que poderia acarretar uma demora no seu desenvolvimento.
A fêmea muda então os ovos do centro para a periferia e vice-versa.
Alguns casais de aves parecem poder avaliar o grau de desenvolvimento do embrião, seja pelo equilíbrio do ovo, seja pelos primeiros gritos dos filhotes prestes a nascerem.
Os recém-nascidos jogados para fora do ninho...
A eclosão geralmente ocorre pela manhã e é quando o criador encontra 1 ou 2 filhotes fora do ninho, já frios.
Se eles ainda se movem, pode-se aquecê-los com um bafejo antes de retorná-los ao ninho.
Porém deve-se ter mais atenção e revê-los sempre, pois correm o risco de serem novamente jogados para fora.
Aí surge uma dúvida; foi acidente ou foi ato voluntário?
A confirmação do acto voluntário é dada por pequenas feridas produzidas pelo bico do pai que expulsou os filhotes, geralmente causadas numa pata ou asa do filhote.
Quando isso acontece, pode-se colocar os filhotes no ninho de um outro casal, onde geralmente são bem acolhidos quando nesse novo ninho existem filhotes de idade semelhante.
Se os filhotes são recolocados com a mãe, é conveniente retirar-se o macho.
Geralmente o macho é o culpado.
Para ele, os filhotes no meio dos ovos não eclodidos são tomados como intrusos ou corpos estranhos que precisam ser retirados. Durante a incubação e na semana subsequente os pais vigiam atentamente a limpeza do ninho.
É raro que todos os filhotes sejam expulsos; eles não o são quando fica ainda um ou dois ovos no ninho, após sua eclosão.
O número ótimo de filhotes...
Quando existem muitos filhotes num ninho raramente eles se desenvolvem convenientemente.
Frequentemente um fica mais atrasado, seja o último a nascer, seja uma mutante.
Toda a ninhada pode ter seu desenvolvimento retardado porque os pais não conseguem satisfazer a todos os filhotes.
Ao contrário, se a ninhada é de apenas um filhote, ela arrisca ser abandonada pelos pais quando desejam recomeçar uma nova ninhada.
Existe um número ótimo de filhotes.
Ele depende das aves.
Para os canários e pequenos exóticos é de três filhotes, raramente quatro.
Dessa forma tem-se maiores possibilidades de obter-se pássaros grandes.
A procura dos filhotes pelo alimento é muito importante para estimular os pais, mas não deve ser excessiva e, por conseguinte, para que todos os filhotes sejam bem nutridos.
É interessante que o criador equilibre as ninhadas, às vezes removendo um ou dois filhotes.
Se eles não estiverem anilhados, pode-se marcá-los com um hidrocor.
Quando começarem a emplumar fica fácil de identificá-los e, assim, colocar a anilha.
Salvo quando houver necessidade, não se deve provocar a saída dos filhotes do ninho.
É preciso que saíam por si sós.
Se forçarmos a saída deles, ficarão mais selvagens, mais tímidos.
Ficando mais tempo no ninho, sentem-se mais seguros.
É possível que anomalias de comportamento sejam provenientes de uma "má saída" do ninho. "
sexta-feira, 5 de março de 2010
Diarreia nos Canários
"Um Caso a Ter em ATENÇÃO"
A Diarreia nos canários
A diarréia é um aumento no teor hídrico da porção fecal dos excrementos. A área pericloacal, a área que circunda o ânus, fica freqüentemente suja com fe zes acumuladas nas penas e na pele. As fezes podem conter bolhas, sangue ou muco e podem ficar fétidas. Em muitos casos, o proprietário da ave acredita que a ave apresenta uma diarréia quando na verdade apresenta uma poliúria (um au mento na urina nos excrementos).
Diagnósticos Diferenciais para· Diarréia
1. Infecciosos :
a) Bacterianos: bactérias Gram-negativas (Borrelia, Campylobacter, Citrobacter, Escherichia coli, Pasteurella, Salmonella, Yersinia, outras), bactérias Gram-positi vas (Clostridium, megabactérias, Mycobacterium, Streptococcus, outras).
A diarréia é um aumento no teor hídrico da porção fecal dos excrementos. A área pericloacal, a área que circunda o ânus, fica freqüentemente suja com fe zes acumuladas nas penas e na pele. As fezes podem conter bolhas, sangue ou muco e podem ficar fétidas. Em muitos casos, o proprietário da ave acredita que a ave apresenta uma diarréia quando na verdade apresenta uma poliúria (um au mento na urina nos excrementos).
Diagnósticos Diferenciais para· Diarréia
1. Infecciosos :
a) Bacterianos: bactérias Gram-negativas (Borrelia, Campylobacter, Citrobacter, Escherichia coli, Pasteurella, Salmonella, Yersinia, outras), bactérias Gram-positi vas (Clostridium, megabactérias, Mycobacterium, Streptococcus, outras).
b) Clamidiais: Chlamydia psittaci.
c) Micoplasmáticos: Mycoplasma.
d) Virais: adenovirose, astrovirose, calicivirose, coronavirose, enterite viral dos patos, enterovirose, hepatite com corpúsculos de inclusão dos pom bos (herpesvirose), influenza, doença de Marek, ortovirose, doença de Pacheco, parvovirose, poliomavirose, paramixoviroses 1, 3 e 5 (incluindo a doença de Newcastle) , OBPP, reovirose, rotavirose, doença causada por um agente semelhante a um togavírus, retrovirose (grupo leucosel sarcoma).
e) Fúngicos: Candida.
f) Parasitários: ascarídeos, Atoxoplasma, Capillaria, coccídios, Cochlosoma, Cryptosporidium, fascíolas, Giardia, Hexamita, Histomonas, Microsporum, Sarcocystis, solitárias, Toxoplasma, Trichomonas.
2. Metabólicos: hepatopatias. (Iipidose, hepatite), nefropatias, pancreatite, in suficiência pancreática.
3. Nutricionais: alteração dietética, malnutrição crônica, alimentos com baixo teor em fibras ou alto em gor duras, teor hídrico alto na dieta (fru tas, legumes e verduras).
4. Tóxicos: carbamatos, chocolate, colecalciferol, chumbo, nicotina, nitratos, organofosforados, sal, xampus, zinco.
5. Físicos: obstrução gastrointestinal, corpo estranho, hérnia abdominal, fecálitos, impactação com areia, pos tura de ovos iminente, atravessamento de oval peritonite.
6. Comportamentais: estresse.
7. Neoplásicos: papiloma cloacal.
8. Latrogênicos: antibióticos.
9. Não classificados: síndrome hemorrágica das ararinhas.
Sinais
As causas comuns de diarréia nos psitaciformes incluem clamidiose, ente ri te bacteriana, toxicose por chumbo ou zinco, ascarídeos e hepatopatias e, no caso das cacatuas e dos papagaios cinzen tos africanos importados, as fascíolas.
e) Fúngicos: Candida.
f) Parasitários: ascarídeos, Atoxoplasma, Capillaria, coccídios, Cochlosoma, Cryptosporidium, fascíolas, Giardia, Hexamita, Histomonas, Microsporum, Sarcocystis, solitárias, Toxoplasma, Trichomonas.
2. Metabólicos: hepatopatias. (Iipidose, hepatite), nefropatias, pancreatite, in suficiência pancreática.
3. Nutricionais: alteração dietética, malnutrição crônica, alimentos com baixo teor em fibras ou alto em gor duras, teor hídrico alto na dieta (fru tas, legumes e verduras).
4. Tóxicos: carbamatos, chocolate, colecalciferol, chumbo, nicotina, nitratos, organofosforados, sal, xampus, zinco.
5. Físicos: obstrução gastrointestinal, corpo estranho, hérnia abdominal, fecálitos, impactação com areia, pos tura de ovos iminente, atravessamento de oval peritonite.
6. Comportamentais: estresse.
7. Neoplásicos: papiloma cloacal.
8. Latrogênicos: antibióticos.
9. Não classificados: síndrome hemorrágica das ararinhas.
Sinais
As causas comuns de diarréia nos psitaciformes incluem clamidiose, ente ri te bacteriana, toxicose por chumbo ou zinco, ascarídeos e hepatopatias e, no caso das cacatuas e dos papagaios cinzen tos africanos importados, as fascíolas.
A doença de Pacheco, poliomavirose, reovirose e candidíase também constituem causas razoavel mente comuns nos psitaciformes.
Os canários e os passeriformes apresen tam comumente diarréia como resul tado de enterite bacteriana ou de coccidiose. A diarréia nos mainás e nos tucanos resulta comumente de hemocromatose, enterite bacteriana ou coccidiose. Os coccídios constitu em uma causa importante de diarréia nos pombos e nas aves de quintal.
As causas comuns de diarréia em aves jovens incluem enterite bacteriana, candidíase, poliomavirose e corpos estranhos gastrointestinais. Em geral, as aves jovens exibem sinais de infecção mais severos no caso de doenças parasitárias e virais.
As aves isoladas e as de coleções fechadas ficam comumente doentes devido a enterite bacteriana, toxicoses, hepatopatias, doenças nutricionais, neoplasias, candidíase e corpos estra nhos. Também se observam doenças bacterianas e virais crônicas (por exemplo, clamidiose, micobacteriose) e doenças com estados portadores.
As aves recém-expostas a outras aves ficam comumente doentes como resultado de doenças infecciosas, incluindo doenças bacterianas, virais e parasitárias. Isto resulta de um estresse e de uma exposição a uma doença infecciosa. As enfermidades que ocorrem em aves isoladas tam bém ocorrem em situações de grupo.
As más técnicas de manejo, tais como a falta de procedimentos de qua rentena, a compra de aves a partir de fon tes não familiarizadas e a má higiene, aumentam o alastramento das doenças infecciosas. As dietas deficientes podem aumentar a suscetibilidade a doenças.
Suspeitam-se de etiologias infecciosas e tóxicas quando muitas aves são afetadas.
A anamnese dietética importan te para uma ave com diarréia inclui o tipo da dieta, seu frescor.
As causas comuns de diarréia em aves jovens incluem enterite bacteriana, candidíase, poliomavirose e corpos estranhos gastrointestinais. Em geral, as aves jovens exibem sinais de infecção mais severos no caso de doenças parasitárias e virais.
As aves isoladas e as de coleções fechadas ficam comumente doentes devido a enterite bacteriana, toxicoses, hepatopatias, doenças nutricionais, neoplasias, candidíase e corpos estra nhos. Também se observam doenças bacterianas e virais crônicas (por exemplo, clamidiose, micobacteriose) e doenças com estados portadores.
As aves recém-expostas a outras aves ficam comumente doentes como resultado de doenças infecciosas, incluindo doenças bacterianas, virais e parasitárias. Isto resulta de um estresse e de uma exposição a uma doença infecciosa. As enfermidades que ocorrem em aves isoladas tam bém ocorrem em situações de grupo.
As más técnicas de manejo, tais como a falta de procedimentos de qua rentena, a compra de aves a partir de fon tes não familiarizadas e a má higiene, aumentam o alastramento das doenças infecciosas. As dietas deficientes podem aumentar a suscetibilidade a doenças.
Suspeitam-se de etiologias infecciosas e tóxicas quando muitas aves são afetadas.
A anamnese dietética importan te para uma ave com diarréia inclui o tipo da dieta, seu frescor.
As dietas com baixo teor em fibras, os alimentos ricos em gorduras e as dietas com um teor hídrico alto, por exemplo, abundância de frutas, legumes e ver duras, resultarão em fezes líquidas. O acesso irrestrito a areia pode resultar em uma impactação com areia.
Os alimentos embolorados ou anteriormen te afetados podem conter micotoxinas que podem causar hepatopatias. As di etasricas em gorduras (por exemplo, rações de sementes) e as dietas não balanceadas (deficientes em biotina, colina e metionina) podem levar a uma lipidose hepática.
Os fatores ambientais importantes incluem o acesso a toxinas poten ciais, higiene e a exposição a aves silvestres ou a vetores patológicos.
Porém em caso de diarréia, pro cure assistência veterinária, especializada em Aves, para um diagnóstico eficaz.
Os fatores ambientais importantes incluem o acesso a toxinas poten ciais, higiene e a exposição a aves silvestres ou a vetores patológicos.
Porém em caso de diarréia, pro cure assistência veterinária, especializada em Aves, para um diagnóstico eficaz.
terça-feira, 2 de março de 2010
Mortalidade durante a época de Criação dos Canarios.
Como reduzir a mortalidade durante a época de criação dos canários???
São muitos os apaixonados pela canaricultura em Portugal, e também são muitos os que têm problemas com a mortalidade dos seus exemplares durante a época de criação.
Em certas ocasiões é bastante difícil estabelecer as causas da morte dos canários, mas na maioria das vezes tem origem no uso de práticas incorrectas.
Seguindo os conselhos que adiante demonstro, conseguiremos reduzir em grande percentagem o número de baixas.
A mortalidade pode ocorrer antes do nascimento (aborto) ou logo que o jovem pássaro se tenha libertado da casca do ovo.
ABORTOS.
A morte do embrião, pode acontecer nos primeiros dias da incubação, numa etapa intermédia ou nas proximidades do nascimento.
As alterações cromossómicas, a presença dos pesticidas, medicamentos ou toxinas e as infecções transmitidas pelos pais são causas suficientes para que o embrião morra a poucos dias para começar a incubação.
A morte num período intermediário do desenvolvimento pode ser devido a uma má nutrição dos pais, os quais transmitiram aquelas deficiências aos filhotes. Assim temos a carência de vitamina como a D3, K, B2, B5, B6, B12, biotina, o ácido fólico e outras substâncias como o magnésio, fósforo e o ácido linoleico, etc., que podem ser responsáveis para mortes nessa etapa. Este deficit nutricional pode ser causado indirectamente ao se abusar de antibióticos, já que estes destroem a flora digestiva capaz de sintetizar algumas das substâncias anteriores nos intestinos dos progenitores.
As infecções víricas, bacterianas e fúngicas também podem ser indicadas como responsáveis nos abortos a esta altura.
Finalmente a morte do canário pouco antes de nascer pode ser devido à presença de genes letais ou de alterações cromossómicas. Recordemos que na ânsia de reparar e fixar as características relacionadas à raça dos canários com que se está a trabalhar recorremos com demasiada frequência à consanguinidade, com todos os efeitos indesejáveis que isso envolve.
O défice de vitaminas como a A, D3, e K, ácido pantoténico e fólico, ou as doenças infecciosas como “famoso ponto negro” são também responsáveis pela morte do embrião.
Ás vezes o recurso a práticas tão simples como colocar banheiras aos pais para aumentar a humidade do aviário podem evitar que o passarinho fique colado dentro do ovo, já que assim ele não se conseguirá virar para romper correctamente a casca e morrerá na tentativa.
MORTE APÓS O NASCIMENTO.
Em outras ocasiões a morte ocorre após o nascimento do canário.
Algumas das causas responsáveis são:
Abuso de antibióticos.
É prática habitual por parte de muitos canaricultores o abuso de antibióticos nos momentos precedentes à criação e durante a mesma. Com o pretexto da preparação para a reprodução os canários são bombardeados com cocktails antibióticos. Este mau uso dos medicamentos causa, em meu parecer, mais inconvenientes do que vantagens.
Os efeitos indesejáveis que aparecem são:
- Imunodepressão: verifica-se que determinados antibióticos, como os tetraciclinas, deprimem o funcionamento sistema imunológico dos pássaros, com o perigo consequente de poderem estes ficar infectados por todos os agentes infecciosos oportunistas.
- Aparecimento de resistência bacteriana: em certas ocasiões as doses aplicadas são inadequadas e são usadas durante um tempo inapropriado. Isto pode provocar que as bactérias se possam tornar resistentes a estes medicamentos, de tal maneira que quando nós necessitarmos realmente de os dar, eles já não servirão.
- Transtornos digestivos: com os antibióticos não somente eliminamos as bactérias perigosas como também as bactérias benéficas, sendo estas as encarregadas de fabricar as substâncias úteis para o organismo do canário como as vitaminas.
- Aparecimento de infecções fúngicas: as bactérias e os fungos estão em equilíbrio no intestino dos pássaros, razão pela qual a eliminação de um dos grupos favorece o crescimento excessivo do outro. Por exemplo, quando se abusam de tetraciclinas é fácil que apareça a candidíase.
- Alteração do desenvolvimento embrionário: algumas substâncias como as penicilinas, tetraciclinas, cloranfenicois e as sulfamidas foram comprovadas que interferem com o desenvolvimento normal do embrião. Embora a maioria das investigações tenham sido feitas em antibióticos antigos, como os mencionados anteriormente, não se rejeita que os novos antibióticos não sejam também perigosos. O razoável nestes casos seria usar com precaução os medicamentos em fêmeas que estão a pôr.
Hipo ou hipervitaminose.
Pequenas carências de vitaminas nas fêmeas podem ser aumentadas durante a reprodução, principalmente se estas efectuam várias posturas. É que os níveis adequados para um adulto podem ser insuficientes para uma fêmea que esteja na postura.
Actualmente é possível encontrar casos de hipervitaminose.
já que é habitual que os canaricultores acrescentem suplementos vitamínicos ás papas dos jovens que em geral já vêm comercializadas com os níveis necessários da vitamina.
Este excesso vitamínico é igualmente prejudicial, assim como a sua deficiência.
Preparação inadequada dos alimentos.
A grande maioria dos criadores dos canários usa geralmente alimentos húmidos para favorecer a alimentação dos passarinhos por parte de seus pais. O uso de sementes germinadas, de cus-cus ou da pápas húmidas pode ser prejudicial se não estiverem preparados correctamente ou se estiverem demasiado tempo ao alcance dos pássaros. É que as altas temperaturas e a humidade favorecem o aparecimento de fungos e bolores dos alimentos, não sendo estranho que os passarinhos de muitos aviários sofram de infecções como a candidíase.
Higiene Deficiente.
A época do nascimento dos jovens é um estágio de muito trabalho para o canaricultor, razão pela qual às vezes a higiene é um aspecto que se esquece mais um pouco. Isto favorece as infecções bacterianas intestinais que se traduzem nas diarreias dos passarinhos
Noutras ocasiões, com a intenção de manter mais quente o aviário produz-se uma má ventilação das instalações com os consequentes problemas respiratórios (dificuldade respiratória, sinusites, etc.) nas aves.
Estas são algumas das causas da mortalidade entre os canários jovens. Lamentavelmente não são as únicas mas somente aquelas que mais facilmente podem ser evitadas. Nas situações da perda de vida generalizada é aconselhável requerer os serviços de um veterinário perito em aves
São muitos os apaixonados pela canaricultura em Portugal, e também são muitos os que têm problemas com a mortalidade dos seus exemplares durante a época de criação.
Em certas ocasiões é bastante difícil estabelecer as causas da morte dos canários, mas na maioria das vezes tem origem no uso de práticas incorrectas.
Seguindo os conselhos que adiante demonstro, conseguiremos reduzir em grande percentagem o número de baixas.
A mortalidade pode ocorrer antes do nascimento (aborto) ou logo que o jovem pássaro se tenha libertado da casca do ovo.
ABORTOS.
A morte do embrião, pode acontecer nos primeiros dias da incubação, numa etapa intermédia ou nas proximidades do nascimento.
As alterações cromossómicas, a presença dos pesticidas, medicamentos ou toxinas e as infecções transmitidas pelos pais são causas suficientes para que o embrião morra a poucos dias para começar a incubação.
A morte num período intermediário do desenvolvimento pode ser devido a uma má nutrição dos pais, os quais transmitiram aquelas deficiências aos filhotes. Assim temos a carência de vitamina como a D3, K, B2, B5, B6, B12, biotina, o ácido fólico e outras substâncias como o magnésio, fósforo e o ácido linoleico, etc., que podem ser responsáveis para mortes nessa etapa. Este deficit nutricional pode ser causado indirectamente ao se abusar de antibióticos, já que estes destroem a flora digestiva capaz de sintetizar algumas das substâncias anteriores nos intestinos dos progenitores.
As infecções víricas, bacterianas e fúngicas também podem ser indicadas como responsáveis nos abortos a esta altura.
Finalmente a morte do canário pouco antes de nascer pode ser devido à presença de genes letais ou de alterações cromossómicas. Recordemos que na ânsia de reparar e fixar as características relacionadas à raça dos canários com que se está a trabalhar recorremos com demasiada frequência à consanguinidade, com todos os efeitos indesejáveis que isso envolve.
O défice de vitaminas como a A, D3, e K, ácido pantoténico e fólico, ou as doenças infecciosas como “famoso ponto negro” são também responsáveis pela morte do embrião.
Ás vezes o recurso a práticas tão simples como colocar banheiras aos pais para aumentar a humidade do aviário podem evitar que o passarinho fique colado dentro do ovo, já que assim ele não se conseguirá virar para romper correctamente a casca e morrerá na tentativa.
MORTE APÓS O NASCIMENTO.
Em outras ocasiões a morte ocorre após o nascimento do canário.
Algumas das causas responsáveis são:
Abuso de antibióticos.
É prática habitual por parte de muitos canaricultores o abuso de antibióticos nos momentos precedentes à criação e durante a mesma. Com o pretexto da preparação para a reprodução os canários são bombardeados com cocktails antibióticos. Este mau uso dos medicamentos causa, em meu parecer, mais inconvenientes do que vantagens.
Os efeitos indesejáveis que aparecem são:
- Imunodepressão: verifica-se que determinados antibióticos, como os tetraciclinas, deprimem o funcionamento sistema imunológico dos pássaros, com o perigo consequente de poderem estes ficar infectados por todos os agentes infecciosos oportunistas.
- Aparecimento de resistência bacteriana: em certas ocasiões as doses aplicadas são inadequadas e são usadas durante um tempo inapropriado. Isto pode provocar que as bactérias se possam tornar resistentes a estes medicamentos, de tal maneira que quando nós necessitarmos realmente de os dar, eles já não servirão.
- Transtornos digestivos: com os antibióticos não somente eliminamos as bactérias perigosas como também as bactérias benéficas, sendo estas as encarregadas de fabricar as substâncias úteis para o organismo do canário como as vitaminas.
- Aparecimento de infecções fúngicas: as bactérias e os fungos estão em equilíbrio no intestino dos pássaros, razão pela qual a eliminação de um dos grupos favorece o crescimento excessivo do outro. Por exemplo, quando se abusam de tetraciclinas é fácil que apareça a candidíase.
- Alteração do desenvolvimento embrionário: algumas substâncias como as penicilinas, tetraciclinas, cloranfenicois e as sulfamidas foram comprovadas que interferem com o desenvolvimento normal do embrião. Embora a maioria das investigações tenham sido feitas em antibióticos antigos, como os mencionados anteriormente, não se rejeita que os novos antibióticos não sejam também perigosos. O razoável nestes casos seria usar com precaução os medicamentos em fêmeas que estão a pôr.
Hipo ou hipervitaminose.
Pequenas carências de vitaminas nas fêmeas podem ser aumentadas durante a reprodução, principalmente se estas efectuam várias posturas. É que os níveis adequados para um adulto podem ser insuficientes para uma fêmea que esteja na postura.
Actualmente é possível encontrar casos de hipervitaminose.
já que é habitual que os canaricultores acrescentem suplementos vitamínicos ás papas dos jovens que em geral já vêm comercializadas com os níveis necessários da vitamina.
Este excesso vitamínico é igualmente prejudicial, assim como a sua deficiência.
Preparação inadequada dos alimentos.
A grande maioria dos criadores dos canários usa geralmente alimentos húmidos para favorecer a alimentação dos passarinhos por parte de seus pais. O uso de sementes germinadas, de cus-cus ou da pápas húmidas pode ser prejudicial se não estiverem preparados correctamente ou se estiverem demasiado tempo ao alcance dos pássaros. É que as altas temperaturas e a humidade favorecem o aparecimento de fungos e bolores dos alimentos, não sendo estranho que os passarinhos de muitos aviários sofram de infecções como a candidíase.
Higiene Deficiente.
A época do nascimento dos jovens é um estágio de muito trabalho para o canaricultor, razão pela qual às vezes a higiene é um aspecto que se esquece mais um pouco. Isto favorece as infecções bacterianas intestinais que se traduzem nas diarreias dos passarinhos
Noutras ocasiões, com a intenção de manter mais quente o aviário produz-se uma má ventilação das instalações com os consequentes problemas respiratórios (dificuldade respiratória, sinusites, etc.) nas aves.
Estas são algumas das causas da mortalidade entre os canários jovens. Lamentavelmente não são as únicas mas somente aquelas que mais facilmente podem ser evitadas. Nas situações da perda de vida generalizada é aconselhável requerer os serviços de um veterinário perito em aves
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